Mudanças entre as edições de "Grupo - Tráfego"

De Física Computacional
Ir para: navegação, pesquisa
(Introdução)
(Introdução)
Linha 4: Linha 4:
  
 
O estudo de caso do comportamento do trafego urbano se mostra de grande utilidade nos dias atuais, onde grandes metrópoles apresentam grandes volumes de veículos se deslocando pela cidade. Em horários de pico, por exemplo às 18h, Porto Alegre [1] apresenta média de lentidão de 83km. Já São Paulo[2], chega a incríveis 485km.
 
O estudo de caso do comportamento do trafego urbano se mostra de grande utilidade nos dias atuais, onde grandes metrópoles apresentam grandes volumes de veículos se deslocando pela cidade. Em horários de pico, por exemplo às 18h, Porto Alegre [1] apresenta média de lentidão de 83km. Já São Paulo[2], chega a incríveis 485km.
 +
 
A modelagem de tal comportamento permite um estudo aprofundado das causas do problema. Aqui é proposto um modelo simples do funcionamento normal de uma avenida, primeiro com apenas uma faixa, sendo após estendido para n faixas e então, simulado um cruzamento.
 
A modelagem de tal comportamento permite um estudo aprofundado das causas do problema. Aqui é proposto um modelo simples do funcionamento normal de uma avenida, primeiro com apenas uma faixa, sendo após estendido para n faixas e então, simulado um cruzamento.
 +
 +
Apesar de simples, autômatos celulares (AC) são capazes de simular sistemas dinâmicos complexos e são extensivamente utilizados aqui, onde cada célula representa um veículo e possui um estado associado à si que representa sua velocidade.
 +
 +
 +
 +
Durante a atualização das posições
 +
Autômato celular não-síncrono (os estados das células são atualizados um após o outro) e homogêneo (as regras de atualização não dependem da posição espacial)
 +
 +
A mudança de faixa é estocástica
 +
 +
 +
http://transito.maplink.global/RS/porto_alegre/Estatisticas
 +
http://transito.maplink.global/SP/sao_paulo/Estatisticas
 +
https://www.ppgee.ufmg.br/defesas/113M.PDF
  
 
==Regras de Aceleração==
 
==Regras de Aceleração==

Edição das 21h44min de 16 de janeiro de 2018

Integrantes: Rodrigo Zamin Ferreira (262692) e Maurício Gomes de Queiroz (264889)

Introdução

O estudo de caso do comportamento do trafego urbano se mostra de grande utilidade nos dias atuais, onde grandes metrópoles apresentam grandes volumes de veículos se deslocando pela cidade. Em horários de pico, por exemplo às 18h, Porto Alegre [1] apresenta média de lentidão de 83km. Já São Paulo[2], chega a incríveis 485km.

A modelagem de tal comportamento permite um estudo aprofundado das causas do problema. Aqui é proposto um modelo simples do funcionamento normal de uma avenida, primeiro com apenas uma faixa, sendo após estendido para n faixas e então, simulado um cruzamento.

Apesar de simples, autômatos celulares (AC) são capazes de simular sistemas dinâmicos complexos e são extensivamente utilizados aqui, onde cada célula representa um veículo e possui um estado associado à si que representa sua velocidade.


Durante a atualização das posições

Autômato celular não-síncrono (os estados das células são atualizados um após o outro) e homogêneo (as regras de atualização não dependem da posição espacial)

A mudança de faixa é estocástica


http://transito.maplink.global/RS/porto_alegre/Estatisticas http://transito.maplink.global/SP/sao_paulo/Estatisticas https://www.ppgee.ufmg.br/defesas/113M.PDF

Regras de Aceleração

São três os casos em que um autômato do modelo descrito aqui muda de velocidade, todas elas agem com a taxa discreta de 1 u.m./passo.

A velocidade é reduzida caso a distância de seguimento, isto é, a distância entre um carro e o que vai à sua frente, seja suficientemente pequena para que haja colisão durante a atualização de posições da simulação.

De modo análogo, aumenta-se a velocidade caso a velocidade atual for menor que a máxima e seja suficientemente grande para que não haja colisão durante a atualização de posições da simulação usando a velocidade nova.

É também introduzido no modelo, um fator que aleatoriamente reduz a velocidade do veículo.

Faixa Única

Faixa Dupla

N faixas

Bibliografia