Trabalhos 2024/1

De Física Computacional
Revisão de 13h25min de 16 de abril de 2024 por Marcospasa (discussão | contribs) (Inicio da seção: análise espectral)
Ir para navegação Ir para pesquisar

A equação da onda

Método FTCS

Sobre estabilidade

Análise espectral

Uma possível forma para quantitativamente analisar o som gerado por uma corda vibrante é estudar as frequências que compõem o seu movimento, técnica essa chamada de análise espectral. Antes de prosseguirmos vamos recapitular alguns resultados da álgebra linear

Supremacia da álgebra linear

O seguinte conjunto ={f|f:} é o espaço de funções reais de uma variável. Esse conjunto é um espaço vetorial, logo podemos utilizar toda a artilharia da álgebra linear, em especial, estamos interessados no sub-espaço gerado pela base B={sen(ωt)/2π,cos(ωt)/2π}f+ [1], pois elementos de B, interpretados como sinais sonoros, representam um frequência pura de valor f=ω/(2π). Dessa forma, um sinal arbitrário s(t) pode ser escrito em termos das frequências puras que o formam

s(t)=12π0[a(ω)cos(ωt)+b(ω)sen(ωt]dω

E podemos extrair suas coordenadas (a(ω) e b(ω)), fazendo o produto escalar com os elementos da base


a(ω)=s(t)12πcos(ωt)dtb(ω)=s(t)12πsen(ωt)dt

Agora, considerando uma corda vibrante, o nosso sinal sonoro provém da vibração de um ponto específico da corda, digamos em x=xo, então a função que representa esse sinal é y(xo,t)

Condição inicial para uma corda de violão

Notas

  1. A constante 1/2π está presente por questão de normalização. Esse caso pode parecer um pouco estranho, dado que não é possível normalizar os cossenos e senos, pois sua integral em todo a reta não é definida, mas o que é desejável é a seguinte propriedade Aωcos(ωt)Aωcos(ωt)dt=δ(ωω) que é safisteita quando Aω=Aω=1/2π