Introdução
Equações diferenciais parciais (EDP's) hiperbólicas geralmente podem ser formuladas a partir de teoremas de conservação. Um exemplo é a equação do tipo:
,
onde
é o vetor de densidades da quantidade conservada, i.e.,
,
é o fluxo de densidade e
é um termo genérico representando fontes ou sumidouros.
Uma classe especial de equações hiperbólicas são as chamadas equações de adveção, na qual a derivada temporal da quantidade conservada
é proporcional à sua derivada espacial. Nesses casos,
é diagonal e dada por:
,
onde
é a matriz identidade.
Considerando apenas uma dimensão e com
, temos a equação de adveção:
,
onde
é a velocidade de propagação do pulso gerado. A equação admite uma solução analítica da forma
, representando uma onda se movendo na direção
.\\
A equação da onda em uma dimensão é uma EDP hiperbólica de segunda ordem dada por
Falhou ao verificar gramática (erro de sintaxe): {\displaystyle \frac{\partial² u}{\partial t²} = v² \frac{\partial² u}{\partial x²}. }
E admite duas soluções, representadas por pulsos,
e
.\\
Assumindo que
na equação da onda, nos restringimos a problemas lineares. Além disso, se escrevermos
então a equação da onda pode ser escrita como um sistema de três equações diferenciais de primeira ordem:
Em notação vetorial, o sistema acima pode ser reescrito na forma conservativa como:
,
onde