<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
	<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Produ%C3%A7%C3%A3o_e_emiss%C3%A3o_de_Raios-X</id>
	<title>Produção e emissão de Raios-X - Histórico de revisão</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Produ%C3%A7%C3%A3o_e_emiss%C3%A3o_de_Raios-X"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Produ%C3%A7%C3%A3o_e_emiss%C3%A3o_de_Raios-X&amp;action=history"/>
	<updated>2026-06-19T09:54:14Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.43.0</generator>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Produ%C3%A7%C3%A3o_e_emiss%C3%A3o_de_Raios-X&amp;diff=37&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tekkito: Criou página com &#039;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Basicamente, os raios-X são produzidos pela colisão de elétrons, com energia cinética da ordem de keV, contra o anodo em um tubo de raios-X.  &amp;n...&#039;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Produ%C3%A7%C3%A3o_e_emiss%C3%A3o_de_Raios-X&amp;diff=37&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2011-09-19T17:44:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;     Basicamente, os raios-X são produzidos pela colisão de elétrons, com energia cinética da ordem de keV, contra o anodo em um tubo de raios-X.  &amp;amp;n...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Basicamente, os raios-X são produzidos pela colisão de elétrons, com energia cinética da ordem de keV, contra o anodo em um tubo de raios-X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Elétrons são arrancados do cátodo e acelerados contra o anodo, geralmente de tungstênio, devido uma alta diferença de potencial estabelecida entre ambos. Com a desaceleração sofrida no impacto com o anodo, raios-X são emitidos pelo alvo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:XraySpectra.gif|thumb|&amp;lt;font size = &amp;quot;2&amp;quot; face = &amp;quot;Tahoma&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;p align = &amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt; Figura I&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/font&amp;gt;]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;A emissão de raios-X pode ser analisada através de seu espectro (Figura I), que consiste em um gráfico contínuo de intensidade de emissão por comprimento de onda com picos característicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;A parte contínua refere-se ao tipo de emissão chamado &amp;#039;&amp;#039;Bremsstrahlung&amp;#039;&amp;#039; (do alemão; brems = frenagem, strahlung = radiação) e é devido aos elétrons que são desacelerados pela interação e colisões com os átomos do alvo. À medida que o elétron penetra no alvo, vai perdendo energia e emitindo raios-X em diversos comprimentos de onda, aos quais, as intensidades em que cada comprimento de onda é emitido são explicitadas no espectro. Analisando o espectro verifica-se um comprimento de onda mínimo para a emissão que ocorre quando o elétron incidente perde toda sua energia cinética em uma única colisão, e emitindo um fóton com energia correspondente. Logo, utilizando o como referência a equação do efeito fotoelétrico de Einstein (&amp;lt;math&amp;gt;E = hf\;&amp;lt;/math&amp;gt;) temos que: &amp;lt;math&amp;gt; K = \frac{hc}{\lambda_{m\acute{i}n}}&amp;lt;/math&amp;gt;; onde podemos escrever a energia cinética, adquirida devido a diferença potencial do tubo de raios-X, como (&amp;lt;math&amp;gt;K = eV\;&amp;lt;/math&amp;gt;) e isolando o comprimento de onda mínimo obtendo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align = &amp;quot;center&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \lambda_{m\acute{i}n} = \frac{hc}{eV}&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Os picos no gráfico devem a outro tipo de emissão chamada &amp;#039;&amp;#039;Emissão Característica&amp;#039;&amp;#039;, pois a localização dos picos depende do material do anodo. Quando o elétron do feixe provindo do catodo penetra no anodo ele pode colidir com um elétron de uma subcamada mais interna fornecendo energia suficiente para expeli-lo do átomo, deixando o átomo excitado. Assim, para completar novamente a camada mais interna, um elétron de camada mais externa salta para a camada mais interna emitindo um fóton com energia igual a diferença de energia entre as camadas envolvidas. Esse processo de desexcitação pode ocorrer em várias etapas e com transições entre diferentes níveis de energia emitindo mais de um fóton representando diferentes picos no espectro de raios-X.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tekkito</name></author>
	</entry>
</feed>