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	<title>Natureza dos Raios-X - Histórico de revisão</title>
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	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Tekkito: Criou página com '&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A descoberta dos raios-X gerou uma grande questão a ser esclarecida. O que eram os raios-X? As primeiras análises de Röntgen indicavam que os...'</title>
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		<updated>2011-09-19T17:44:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;     A descoberta dos raios-X gerou uma grande questão a ser esclarecida. O que eram os raios-X? As primeiras análises de &lt;a href=&quot;/index.php?title=R%C3%B6ntgen&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Röntgen (página inexistente)&quot;&gt;Röntgen&lt;/a&gt; indicavam que os...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;A descoberta dos raios-X gerou uma grande questão a ser esclarecida. O que eram os raios-X? As primeiras análises de [[Röntgen]] indicavam que os raios-X poderiam ser algo parecido com o ultravioleta. Após verificar outras propriedades, Röntgen conclui sugerindo que os raios-X poderiam ser vibrações eletromagnéticas longitudinais no éter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Em 1912, Max [[von Laue]] propôs que se os cristais fossem compostos por átomos regularmente espaçados e os raios-X fossem efetivamente ondas eletromagnéticas com comprimento de onda da ordem de distâncias interatômicas; então, os cristais funcionariam como centros espalhadores para os raios-X e seria possível a difração de raios-X. A suposição de Laue estava correta e o fenômeno de difração de raios-X foi descoberto corroborando o caráter ondulatório dos raios-X. Devido aos seus trabalhos, Laue ganhou o prêmio Nobel de Física em 1914.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Em 1918, [[Arthur Holly Compton]] inicia seus estudos sobre o espalhamento de raios-X. Como resultado de suas pesquisas, em 1923, verifica que quando incidia raios-X de um determinado comprimento de onda sobre um alvo de grafite os raios-X espalhados apresentavam dois picos de intensidade; um do mesmo comprimento de onda do feixe incidente e outro, que variava conforme o ângulo do espalhamento, de comprimento de onda maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Esse fato não poderia ser explicado através das características ondulatórias dos raios-X; logo, a interpretação de Compton propunha uma natureza corpuscular dos raios-X. Propôs que o feixe de raios-X era composto por fótons que colidiam com elétrons livres do alvo e eram espalhados devido a colisão. Ao colidirem cediam energia para o elétron resultando em um feixe espalhado de menor freqüência e conseqüentemente de maior comprimento de onda. Essa variação no comprimento de onda do feixe espalhado ficou conhecida como [[Efeito Compton]] e foi posteriormente comprovado por Charles Thomson Rees Wilson com quem dividiu o prêmio Nobel de 1927.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Através dessas descobertas ficou evidenciada a natureza dualística dos raios-X, ou seja, de possuir comportamento ondulatório e corpuscular. Trata-se de uma onda eletromagnética situada no espectro eletromagnético entre os raios gama e o ultravioleta e tendo o fóton como partícula elementar.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tekkito</name></author>
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