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	<title>História dos Raios-X - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-04-21T10:53:56Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Tekkito: Criou página com '==A Busca ==  &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No ano de 1938, Michael Faraday realizou inúmeros experimentos com descargas elétricas em gases rarefeitos, associando seu nome à d...'</title>
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		<updated>2011-09-19T17:44:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;==A Busca ==       No ano de 1938, Michael Faraday realizou inúmeros experimentos com descargas elétricas em gases rarefeitos, associando seu nome à d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;==A Busca ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;No ano de 1938, Michael Faraday realizou inúmeros experimentos com descargas elétricas em gases rarefeitos, associando seu nome à descoberta dos raios catódicos. Porém, devido a dificuldades técnicas para a produção de vácuo de boa qualidade, as pesquisas só foram impulsionadas vinte anos depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Por volta de 1958, Johann Hittorf (1824 – 1914) com seu mestre Julius Plücker (1801-1868) observou tubos com raios de grande energia que eram expelidos de um eletrodo negativo que, ao colidir com o vidro produziam uma certa fluorescência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Em 1876, Eugene Goldstein (1850-1931) interpretou que esses raios eram ondas no éter e denominou-os raios catódicos. Para o físico William Crookes, os raios catódicos eram moléculas carregadas aos quais constituíam o quarto estado da matéria. Em 1897, J.J. Thomson desvenda o mistério e demonstra que os raios catódicos são, na verdade, elétrons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Ao longo desses 40 anos, muitos pesquisadores estiveram muito próximos à descoberta dos raios-X.&lt;br /&gt;
Num artigo publicado em 1880, Goldstein menciona que uma tela fluorescente podia ser excitada, mesmo quando protegida dos raios catódicos.&lt;br /&gt;
Thomson também chegou perto; um ano antes da descoberta do raio-X, relatou que havia observado fosforescência em peças de vidros colocadas a centímetros de distância do tubo de vácuo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Crookes chegou a queixar-se da fábrica de insumos fotográficos Ilford, por lhe enviar papéis “velados”. Esses papéis, que protegidos da luz eram colocados próximos aos tubos de raios catódicos, velavam devido aos raios-X ali produzidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Heinrich Hertz, em 1892, verificou que um pedaço de vidro de urânio envolto por finas folhas de alumínio e colocado dentro do [[tubo de raios catódicos]] ficava luminoso devido a estes atravessarem o alumínio. Na época Hertz estava muito ocupado para pesquisar mais sobre o fenômeno e deu permissão a seu aluno Philipp Lenard para aprofundar-se mais nesses estudos. Assim, Lenard construiu uma versão própria de um tubo de Crookes que continha uma pequena janela de alumínio por onde os raios catódicos podiam transpassar para o exterior do tubo permitindo o estudo da interação dos raios com diversos materiais fosforescentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Após suas primeiras observações Lenard publicou que os raios sensibilizavam uma chapa metálica; um disco de alumínio previamente eletrizado era descarregado quando atingido pelos raios mesmo quando colocado a alguns metros do tubo, à distância muito maior do que o alcance dos raios catódicos no ar que é de aproximadamente poucos centímetros; quando a mão era colocada no trajeto dos raios o efeito de descarga elétrica desaparecia; e que alguns raios eram defletidos continuamente por um campo magnético em diferentes intensidades e outros nem chegavam a defletir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Acredita-se que os raios estudados por Lenard eram constituídos de raios catódicos (elétrons) e de raios-X, porém ele acreditava ser apenas raios catódicos. Caso Lenard tivesse utilizado uma janela de alumínio espessa suficiente para que os elétrons fossem bloqueados, observaria apenas um feixe de raios-X.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Pode-se dizer que Lenard foi, entre todos os pesquisadores, o que mais se aproximou da descoberta de [[Röntgen]]. A descoberta dos raios-X estava muito próxima de ser atingida faltava apenas alguém com uma visão privilegiada para detectá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Descoberta ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Os raios-X foram descobertos em 1895 por Wilhlem Conrad Röntgen, que recebeu o primeiro Prêmio Nobel de Física em 1901.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Na noite do dia 8 de novembro de 1895, Röntgen estava em seu laboratório pesquisando sobre os raios catódicos. Observou que quando ionizava um gás, a extrema baixa pressão, contido no interior do tubo de raios catódicos com a ajuda de uma bobina de Ruhmkorff, uma tela coberta de platinocianeto de bário fluorescia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Röntgen tentou bloquear, em vão, essa luminescência de vários modos, cobrindo o tubo com cartolina preta e colocando os mais variados materiais com diferentes espessuras na região entre o tubo e a tela. Porém, posicionando um pedaço de chumbo perto da tela verificou sua sombra e o mais intrigante, observou a uma imagem escura no formato dos ossos de sua mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Röntgen interpretou esse acontecimento como um novo tipo de raios que eram originados a partir da colisão dos raios catódicos com a parede do tubo. Desconhecendo a natureza de tais raios denominou-os raios “X”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Seis semanas depois da descoberta, convidou sua mulher Bertha para ir ao laboratório e tirar uma radiografia dos ossos de sua mão esquerda com seu anel de casamento claramente visível, gerando uma das mais famosas imagens na história da fotografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;Em menos de oitos semanas Röntgen já havia descoberto a maioria das propriedades fundamentais desses raios e em 1897 anos abandonou os estudos nessa área para preocupar-se em estudos de seu maior interesse. Em 28 de dezembro 1896 envia ao presidente da Sociedade de Física e Medicina de Würzburg o primeiro de um total de três trabalhos sobre o assunto, o manuscrito “Sobre um novo tipo de raios” ao qual considerou uma comunicação preliminar. O segundo trabalho com o mesmo nome do anterior foi enviado em 9 de março de 1896 e o terceiro e último trabalho é datado de 10 de março de 1897.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;A descoberta de Röntgen teve imediata aplicação na área da medicina sendo as primeiras imagens de ossos fraturados feitas em janeiro de 1896 antes mesmo da descoberta da natureza desses raios.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tekkito</name></author>
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