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	<title>Física Computacional - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<updated>2026-06-12T14:08:25Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11569</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11569"/>
		<updated>2026-06-03T15:58:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Evolução temporal das Densidades */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super população de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a simulação do &#039;&#039;&#039;caso 1&#039;&#039;&#039;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para a simulação do &#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:densi2.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se vê claramente a densidade de presas saturadas em todo o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|500px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histograma de sobrevivência=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, para o &#039;caso 2&#039; foram modificados o parâmetros &#039;a&#039; e o parâmetro &#039;b&#039;, ficando com os seguintes parâqmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde agora, o sitema tende à extinção. foram realizadas 2000 simulações, e plotamos o tempo em que cada simulação tendeu a extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acelerar o tempo de execução e aumentar a frequência de interação das espécies, foi utilizada uma grade de lado L=15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:extint.png|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui pode se observar que em algum momento do tempo, todos os ecossistemas foram levados à extinção e a maioria deles foi extinta logo na primeira dezena de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://colab.research.google.com/drive/1rbqqgJCIgYKkt9WxhnDBJruGcXHlXiTZ?usp=sharing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11568</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11568"/>
		<updated>2026-06-03T15:57:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Histograma de sobrevivência */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super população de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a simulação do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para a simulação do caso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:densi2.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se vê claramente a densidade de presas saturadas em todo o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|500px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histograma de sobrevivência=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, para o &#039;caso 2&#039; foram modificados o parâmetros &#039;a&#039; e o parâmetro &#039;b&#039;, ficando com os seguintes parâqmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde agora, o sitema tende à extinção. foram realizadas 2000 simulações, e plotamos o tempo em que cada simulação tendeu a extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acelerar o tempo de execução e aumentar a frequência de interação das espécies, foi utilizada uma grade de lado L=15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:extint.png|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui pode se observar que em algum momento do tempo, todos os ecossistemas foram levados à extinção e a maioria deles foi extinta logo na primeira dezena de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://colab.research.google.com/drive/1rbqqgJCIgYKkt9WxhnDBJruGcXHlXiTZ?usp=sharing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11567</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11567"/>
		<updated>2026-06-03T15:46:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Correlação de densidades */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super população de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a simulação do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para a simulação do caso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:densi2.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se vê claramente a densidade de presas saturadas em todo o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|500px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histograma de sobrevivência=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, para o &#039;caso 2&#039; foram modificados o parâmetros &#039;a&#039; e o parâmetro &#039;b&#039;, ficando com os seguintes parâqmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde agora, o sitema tende à extinção. foram realizadas 2000 simulações, e plotamos o tempo em que cada simulação tendeu a extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acelerar o tempo de execução e aumentar a frequência de interação das espécies, foi utilizada uma grade de lado L=15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:extint.png|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui pode se observar que em algum momento do tempo, todos os ecossistemas foram levados à extinção e a maioria deles foi extinta logo na primeira dezena de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://colab.research.google.com/drive/1rbqqgJCIgYKkt9WxhnDBJruGcXHlXiTZ?usp=sharing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11566</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11566"/>
		<updated>2026-06-03T15:45:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Código */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super população de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a simulação do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para a simulação do caso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:densi2.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se vê claramente a densidade de presas saturadas em todo o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|500px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histograma de sobrevivência=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, para o &#039;caso 2&#039; foram modificados o parâmetros &#039;a&#039; e o parâmetro &#039;b&#039;, ficando com os seguintes parâqmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde agora, o sitema tende à extinção. foram realizadas 2000 simulações, e plotamos o tempo em que cada simulação tendeu a extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acelerar o tempo de execução e aumentar a frequência de interação das espécies, foi utilizada uma grade de lado L=15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:extint.png|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui pode se observar que em algum momento do tempo, todos os ecossistemas foram levados à extinção e a maioria deles foi extinta logo na primeira dezena de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://colab.research.google.com/drive/1rbqqgJCIgYKkt9WxhnDBJruGcXHlXiTZ?usp=sharing&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11565</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11565"/>
		<updated>2026-06-03T15:43:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super população de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a simulação do caso 1:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para a simulação do caso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:densi2.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se vê claramente a densidade de presas saturadas em todo o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|500px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histograma de sobrevivência=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, para o &#039;caso 2&#039; foram modificados o parâmetros &#039;a&#039; e o parâmetro &#039;b&#039;, ficando com os seguintes parâqmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde agora, o sitema tende à extinção. foram realizadas 2000 simulações, e plotamos o tempo em que cada simulação tendeu a extinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acelerar o tempo de execução e aumentar a frequência de interação das espécies, foi utilizada uma grade de lado L=15&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:extint.png|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui pode se observar que em algum momento do tempo, todos os ecossistemas foram levados à extinção e a maioria deles foi extinta logo na primeira dezena de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Arquivo:Extint.png</title>
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		<updated>2026-06-03T15:38:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Densi2.png&amp;diff=11563</id>
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		<updated>2026-06-03T15:25:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11562</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11562"/>
		<updated>2026-06-03T15:21:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039; caso 1 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
alem disto foi simulado o caso com os parâmetros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;caso 2&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = 0.45&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c = 0.4&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f = 0.2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que representa o caso onde os predadores não possuem tanto apetite pelas presas, ou as presas se especializaram em fugir dos predadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores1.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadadores100.png|420px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:Fpredadores150.png|400px|thumb|center]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde aqui, em apenas 150 mcs a grupo de predadores foi extinto, levando a uma super populacão de presas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação de 2500 passos.&lt;br /&gt;
Onde os parâmetros usados foram os mesmos do caso 1:&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Arquivo:Fpredadores150.png</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<updated>2026-06-03T12:00:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Arquivo:Fpredadores1.png</title>
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		<updated>2026-06-03T11:59:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-06-02T17:42:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
e uma caixa de tamanho L=50&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação em uma grid de tamanho L=100 em 2500 passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11557</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-06-02T17:27:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de[3]: O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação em uma grid de tamanho L=100 em 2500 passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11556</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11556"/>
		<updated>2026-06-02T17:27:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
texto de: [3] O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação em uma grid de tamanho L=100 em 2500 passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] https://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Equa%C3%A7%C3%B5es_de_Lotka-Volterra_Estoc%C3%A1sticas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11555</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11555"/>
		<updated>2026-06-02T17:11:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusters.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação em uma grid de tamanho L=100 em 2500 passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11517</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11517"/>
		<updated>2026-05-30T23:14:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a = b = 0.45&lt;br /&gt;
c = 0.1&lt;br /&gt;
f = 0.3&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusteres.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Correlação de densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em [1].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para analisar a correlação foram realizados uma simulação em uma grid de tamanho L=100 em 2500 passos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:correlacao.png|400px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui fica evidente que o máximo da correlação xy (presa-predador) aparenta atraso em  relação as correlações xx e yy em t=0 o que representa o um tempo de resposta do ecossistema às variações temporais. Todavia conforme o sistema evolui no tempo, fica evidente que as correlações vão tendendo ao equilíbrio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Evolução temporal das Densidades=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disto, a evolução da densidade de presas e predadores durante o tempo evoluiu da seguinte forma:&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Densidade.png | 400px | center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde podemos ver claramente uma periodicidade nas densidades, onde a diminuição da densidade de predadores induz um crescimento de presas que por sua vez induz um crescimento no numero de predadores, mas quando o numero de predadores aumenta novamente, acaba induzindo uma redução no numero de presas. Sendo assim um sistema periódico, conforme o esperado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Código=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O código usado para fazer estas simulações se encontra em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referencias=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] TOMÉ, Tânia; DE OLIVEIRA, Mário J. Stochastic approach to predator-prey models. Physical Review E, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. 2010.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Densidade.png&amp;diff=11516</id>
		<title>Arquivo:Densidade.png</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T22:22:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulação pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seguir uma simulação de 4000 passos feita em cima dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 1.png|400px|thumb|center| Figura 1: Grade iniciada com os lugares selecionados de forma aleatória]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 2.png|420px|thumb|center| Figura 2: Simulação com 2000 passos realizados]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;[[Arquivo:sim 3.png|400px|thumb|center| Figura 3: Simulação em seu estado Final, com 4000 passos. O sistema mantém uma coexistência, porém fica evidente o agrupamento de presas em clusteres.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as simulações, também verificamos as correlações de densidade entre presas e predadores, seguindo a análise feita em \cite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística entre as espécies, mostra as oscilações induzidas pela predação, através da função de autocorrelação e da correlação cruzada no estado estacionário. Sendo &amp;lt;math&amp;gt; \rho_x(t) &amp;lt;/math&amp;gt; a densidade global de presas e &amp;lt;math&amp;gt; \rho_y(t)&amp;lt;/math&amp;gt; a densidade de predadores no tempo t, a flutuação em torno do valor esperado é  &amp;lt;math&amp;gt; \delta \rho_\alpha(t) = \rho_\alpha(t) - \langle \rho_\alpha \rangle &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A correlação temporal estatística &amp;lt;math&amp;gt; C_{\alpha \beta}(\tau) &amp;lt;/math&amp;gt; entre as espécies &amp;lt;math&amp;gt;\alpha &amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt; \alpha, \beta \in \{x, y\} &amp;lt;/math&amp;gt; em um tempo &amp;lt;math&amp;gt;\tau&amp;lt;/math&amp;gt; então será:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
C_{\alpha \beta}(\tau) = L^2 \left[ \frac{1}{T - \tau} \sum_{t=1}^{T-\tau} \delta \rho_\alpha(t) \delta \rho_\beta(t+\tau) \right]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Sim_3.png&amp;diff=11513</id>
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		<updated>2026-05-30T21:49:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<updated>2026-05-30T21:49:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11511</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T21:42:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulção pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sim1.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<updated>2026-05-30T21:41:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11509</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T21:30:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Método de Monte Carlo=&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As simulações começa gerando uma matriz de dimensão LxL, onde inicialmente cada espaço da matriz é preenchido com um valor sorteado entre 0 e 2, onde 0 representa espaços vazios, 1 representa presas e 2 representa predadores.&lt;br /&gt;
Então em cada passo temporal de nossa simulação, sorteamos um espaço dentro da nossa matriz, se o espaço estiver vazio ou ocupado por uma presa, pulamos o passo e sorteamos novamente. Quando uma presa é selecionada, verificamos se há uma presa imediatamente próxima a este predador, então o predador tem uma chance p_pred de devorar ou não a presa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definimos um numero N de passos mas a simulção pode acabar antes caso o sistema colapse.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11508</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11508"/>
		<updated>2026-05-30T21:16:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;br /&gt;
Assim, consideramos o modelo como colapsado, quando todo espaço esta ocupado por presas ou quando todos as presas são devoradas e os predadores morrem de fome.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Simula%C3%A7%C3%A3o_do_Modelo_de_Lotka-Volterra&amp;diff=11507</id>
		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T21:14:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Introdução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T21:14:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: /* Introdução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação. &amp;lt;ref&amp;gt;Nos gráficos e no código que seguem, &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; é identificado como &amp;lt;math&amp;gt;d&amp;lt;/math&amp;gt;, mas aqui optou-se por usar &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; para não confundir com um diferencial.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-30T21:13:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: introdução&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Introdução=&lt;br /&gt;
O modelo de Lotka-Volterra foi desenvolvido originalmente na década de 1920, de maneira independente por Vito Volterra e Alfred Lotka, e é utilizado para descrever a dinâmica de populações com relações de predatismo. Em sua forma mais simples, as equações de Lotka-Volterra podem ser escritas como&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{x} = x(a - by)\\ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\dot{y} = y(-c + fx)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;x&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;y&amp;lt;/math&amp;gt; denotam, respectivamente, a densidade populacional de presas e de predadores, e &amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;, &amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; são constantes positivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se interpretar os parâmetros da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;a&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento livre da presa;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;b&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de predação;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;c&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de mortalidade livre do predador;&lt;br /&gt;
*&amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt;: taxa de crescimento do predador devido à predação. &amp;lt;ref&amp;gt;Nos gráficos e no código que seguem, &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; é identificado como &amp;lt;math&amp;gt;d&amp;lt;/math&amp;gt;, mas aqui optou-se por usar &amp;lt;math&amp;gt;f&amp;lt;/math&amp;gt; para não confundir com um diferencial.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que o sistema apresenta um ponto fixo não trivial em &amp;lt;math&amp;gt;(x^\ast, y^\ast) = \left(\frac{c}{f},\frac{a}{b}\right)&amp;lt;/math&amp;gt;. Pode-se mostrar também que as demais soluções (além da trivial) são órbitas fechadas no espaço de fase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse modelo simples, não há competição entre indivíduos de uma mesma espécie e não há limite ecológico para o sustento das populações; ou seja, a população de presas cresce exponencialmente na ausência de predadores.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-27T16:56:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Simulação do Modelo de Lotka volterra, on-grid...... pagina em construção.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
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		<title>Simulação do Modelo de Lotka-Volterra</title>
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		<updated>2026-05-27T16:55:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: Criou página com &amp;#039;Simulação do Modelo de Lotka volterra, on-grid...... pagina em contrução.&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Simulação do Modelo de Lotka volterra, on-grid...... pagina em contrução.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Trabalhos_2026-1&amp;diff=11449</id>
		<title>Trabalhos 2026-1</title>
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		<updated>2026-05-27T16:54:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pvinig: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;===[[Modelo de Potts -- 2D]] ===&lt;br /&gt;
===[[Simulação do Modelo de Lotka-Volterra]] ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pvinig</name></author>
	</entry>
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