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	<title>Física Computacional - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<updated>2026-05-07T15:03:16Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5489</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-29T02:27:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \sqrt{\frac{k}{m}} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (seno com frequência &amp;lt;math&amp;gt;\omega = \sqrt{\frac{k}{m}}&amp;lt;/math&amp;gt;), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. Procedemos de duas formas: calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela Transformada de Fourier (para selecionar as frequências que estavam presentes na oscilação, sem calcular as energias), o que apresentou um comportamento muito similar às energias calculadas pela soma de energias cinética e potencial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo foi reduzida em 20 vezes para melhor apresentação do gráfico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão utilizada para calcular estas energias foi a memsa citada anteriormente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|center|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_pos[i] = pos[i] + new_velo[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_pos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5488</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5488"/>
		<updated>2021-05-29T02:25:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \sqrt{\frac{k}{m}} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (seno com frequência &amp;lt;math&amp;gt;\omega = \sqrt{\frac{k}{m}}&amp;lt;/math&amp;gt;), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. Procedemos de duas formas: calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela Transformada de Fourier (para selecionar as frequências que estavam presentes na oscilação, sem calcular as energias), o que apresentou um comportamento muito similar às energias calculadas pela soma de energias cinética e potencial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo foi reduzida em 20 vezes para melhor apresentação do gráfico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão utilizada para calcular estas energias foi a memsa citada anteriormente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5487</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5487"/>
		<updated>2021-05-29T02:23:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \sqrt{\frac{k}{m}} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (seno com frequência &amp;lt;math&amp;gt;\omega = \sqrt{\frac{k}{m}}&amp;lt;/math&amp;gt;), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. Procedemos de duas formas: calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela Transformada de Fourier (para selecionar as frequências que estavam presentes na oscilação, sem calcular as energias), o que apresentou um comportamento muito similar às energias calculadas pela soma de energias cinética e potencial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5486</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5486"/>
		<updated>2021-05-29T02:20:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \sqrt{\frac{k}{m}} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (seno com frequência &amp;lt;math&amp;gt;\omega = &amp;lt;/math&amp;gt;), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5485</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5485"/>
		<updated>2021-05-29T02:20:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \frac{k}{m} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (seno com frequência &amp;lt;math&amp;gt;\omega = &amp;lt;/math&amp;gt;), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5484</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5484"/>
		<updated>2021-05-29T02:19:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Implementação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \frac{k}{m} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Implementamos a iteração do movimento das partículas por Velocity-Verlet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5483</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5483"/>
		<updated>2021-05-29T02:17:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j)^2 - (x_j - x_{j-1})^2 \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo que as partículas de índice zero e N estão fixas, Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq1.PNG|350px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt; a&amp;lt;/math&amp;gt; é o vetor das posições projetado num vetor de um seno com a frequência do modo que queremos plotar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq2.PNG|120px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Eq3.PNG|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_i = \frac{k}{m} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Eq3.PNG&amp;diff=5482</id>
		<title>Arquivo:Eq3.PNG</title>
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		<updated>2021-05-29T02:14:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Eq2.PNG&amp;diff=5481</id>
		<title>Arquivo:Eq2.PNG</title>
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		<updated>2021-05-29T02:13:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Eq1.PNG&amp;diff=5480</id>
		<title>Arquivo:Eq1.PNG</title>
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		<updated>2021-05-29T02:13:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5478</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5478"/>
		<updated>2021-05-29T02:03:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* O Problema */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5477</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5477"/>
		<updated>2021-05-29T01:58:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas&amp;lt;ref name= FPU&amp;gt;https://www.respondeai.com.br/conteudo/fisica/mhs-e-mha/oscilacoes-acopladas/951&amp;lt;/ref&amp;gt;.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F_{i} = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola (aqui considerado, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda final.gif|center|thumb|500px|Simulação FPU para o problema proposto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada modo vibracional ao longo do tempo. A escala do tempo está reduzida em 20 vezes.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação. A escala do tempo está aumentada em 2 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft. A escala do tempo está aumentada em 5 vezes.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/Fermi-Pasta-Ulam]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5361</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5361"/>
		<updated>2021-05-27T01:03:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corda (26).gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias fft.jpeg|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Corda_(26).gif&amp;diff=5360</id>
		<title>Arquivo:Corda (26).gif</title>
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		<updated>2021-05-27T01:02:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_fft.jpeg&amp;diff=5359</id>
		<title>Arquivo:Energias fft.jpeg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_fft.jpeg&amp;diff=5359"/>
		<updated>2021-05-27T01:02:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5358</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-27T00:53:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|500px|thumb|Energias por modo de oscilação.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo2.jpg|520px|thumb|Energias por modo de oscilação com fft.]]&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
    calcula_energias(pos)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_certo2.jpg&amp;diff=5355</id>
		<title>Arquivo:Energias certo2.jpg</title>
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		<updated>2021-05-27T00:31:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5351</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5351"/>
		<updated>2021-05-27T00:14:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;      &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|thumb|500px|Energias por modo de oscilação.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5350</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5350"/>
		<updated>2021-05-27T00:13:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;      &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|thumb|500px|Energias por modo de oscilação.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref name=FPUT1&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de simular a energia usando a porcentagens dos senos também faz sentido pensando &#039;&#039;quanta contribuição&#039;&#039; o modo normal de oscilação tem no movimento atual, como pudemos ver que o comportamento foi bem similar ao das energias calculadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão de variar os parâmetros do problema, como já mencionado previamente nesta wiki, e também apresentado nos gráficos e no gif, vimos que não interferia muito no caráter dos resultados (e o quanto isso poderia influenciar no paradoxo de equipartição de energia), porém o fizemos para gerar imagens melhores e o gif com menos de 2 MB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5346</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5346"/>
		<updated>2021-05-27T00:03:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discussões */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;      &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|thumb|500px|Energias por modo de oscilação.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados e o comportamento das energias através da simulação com dinâmica molecular, obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema &amp;lt;ref=FPUT&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5344</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5344"/>
		<updated>2021-05-27T00:02:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue abaixo a evolução do sistema ao longo do tempo, apenas para gerar o .gif considerando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\alpha = 1,2 \\&lt;br /&gt;
k = 0,95 \\&lt;br /&gt;
m = 1,05 \\&lt;br /&gt;
N = 30  \\&lt;br /&gt;
t_{max} = 4000 \\&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os resultados das energias, consideramos todas constantes iguais à 1, mais de 100 partículas e o número de iterações está em cada imagem. procedemos de duas formas. Calculamos a porcentagem de cada modo normal de oscilação pela fft, o que representa um comportamento muito similar às energias por modo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|700px|center|Porcentagem de cada seno usando fft ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também calculamos pela equação de energia citada acima, obtivemos os seguintes comportamentos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt;      &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias certo1.jpeg|thumb|500px|Energias por modo de oscilação.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_certo1.jpeg&amp;diff=5343</id>
		<title>Arquivo:Energias certo1.jpeg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_certo1.jpeg&amp;diff=5343"/>
		<updated>2021-05-26T23:58:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5338</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5338"/>
		<updated>2021-05-26T23:33:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Resultados */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema foi iniciado com o modo normal de oscilação 1 (nenhum nodo), com velocidades iniciais igual a zero de cada partícula. O movimento começa apenas pelas forças já presentes entre cada partículas, pelas equações apresentadas acima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5337</id>
		<title>Arquivo:Trab2.gif</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5337"/>
		<updated>2021-05-26T23:32:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: Augustog enviou uma nova versão de &amp;amp;quot;Arquivo:Trab2.gif&amp;amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5336</id>
		<title>Arquivo:Trab2.gif</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5336"/>
		<updated>2021-05-26T23:32:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: Augustog enviou uma nova versão de &amp;amp;quot;Arquivo:Trab2.gif&amp;amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5335</id>
		<title>Arquivo:Trab2.gif</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5335"/>
		<updated>2021-05-26T23:32:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: Augustog enviou uma nova versão de &amp;amp;quot;Arquivo:Trab2.gif&amp;amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5334</id>
		<title>Arquivo:Trab2.gif</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5334"/>
		<updated>2021-05-26T23:31:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: Augustog enviou uma nova versão de &amp;amp;quot;Arquivo:Trab2.gif&amp;amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5333</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5333"/>
		<updated>2021-05-26T23:28:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5332</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5332"/>
		<updated>2021-05-26T23:27:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que &amp;lt;math&amp;gt;k&amp;lt;/math&amp;gt; é a constante da mola, substituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A_i &amp;lt;/math&amp;gt; corresponde à:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; A_{i} = C\sin{\left( i\theta \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conseguimos resolver &amp;lt;math&amp;gt;C&amp;lt;/math&amp;gt; com a equação geral de &amp;lt;math&amp;gt;x(t)&amp;lt;/math&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; x_{i}(t) = \sum_{m=1}^{N} C_m \sin{\left (\frac{im\pi}{N+1}  \right )}\cos{\left (wmt  \right )} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e as freqûencias &amp;lt;math&amp;gt; \omega_i &amp;lt;/math&amp;gt; são dadas por: &amp;lt;math&amp;gt; \omega_m = 2\omega_0 \sin\left (\frac{m\pi}{2(N + 1)}\right ) &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número de partículas e &amp;lt;math&amp;gt;\omega_0 = \frac{k}{massa} &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5323</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-26T23:05:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias. É possível calcular a energia dos modos de vibração através da equação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; E_{total} = \sum_{i=2}^{N} \frac{\omega_{i}^{2}A_{i}^{2} + \dot{A_{i}^{2}}}{2} &amp;lt;/math&amp;gt;,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt; A &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5316</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5316"/>
		<updated>2021-05-26T22:40:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam e Mary Tsingou&amp;lt;ref name= FPUT1&amp;gt; https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt - O problema Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou: Equiparticão de&lt;br /&gt;
energia vista através de simulações computacionais &amp;lt;/ref&amp;gt; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A premissa inicial do paradoxo de FPUT consiste no Teorema da Equipartição de Energia. O sistema consistia em uma corrente de partículas, com as extremidades fixas, que interagiam entre seus vizinhos somente com forças elásticas (as forças teriam um termo linear como a Força de Hooke e mais um termo não-linear, podendo ser quadrático ou cúbico). Era esperado que a energia total fosse distribuída igualmente entre as partículas. No caso em questão, a distribuição de energia entre as partículas pode ser descrita através dos seus modos normais de vibração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise do problema gerou um paradoxo que começaria a ser respondido somente 10 anos depois, o que ajudou no desenvolvimento das teorias de sólitons e do caos. Pretendia-se observar a distribuição uniforme de energia entre os diversos modos normais de vibração com o passar do tempo (ao longo das iterações da simulação computacional). Isso significaria que o sistema alcançou um equilíbrio térmico e seria uma exemplificação computacional do Teorema de Equipartição de Energia.  Caso as forças entre as partículas fossem estritamente lineares, isso não ocorreria, pois a energia alocada em cada modo não conseguiria acessar outros modos. Imaginava-se que uma componente não-linear na força tornaria acessível qualquer modo de vibração, porém não foi o observado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio, foi observada a tendência do sistema de distribuir a energia. O primeiro modo de vibração antes estimulado, perdeu energia ao longo do tempo, a qual começou a se alocar nos modos de energia mais baixos. Entretanto, por um descuido, deixaram a simulação decorrer por um tempo maior do que era planejado. Ao retornar ao laboratório para corrigir tal erro, se depararam com um resultado inesperado. A energia, que supostamente deveria estar igualmente partilhada entre os modos de vibração, estava quase completamente alocada no primeiro modo de vibração. De fato, somente 3% da energia não estava presente no primeiro modo. Devido a esta observação, deixaram a simulação correr por ainda mais tempo. Notaram, então, que existia&lt;br /&gt;
um ciclo, no qual a energia saía do primeiro modo de vibração, começava a se distribuir nos modos mais baixos, para, por fim, voltar quase que inteiramente para o primeiro modo de vibração. Contudo, em 2015, relatou-se que o sistema FPUT poderia atingir equipartição de energia pelo menos entre modos normais livres (interação entre três fônons).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Energia do sistema é calculada para cada ciclo de oscilação, porém para obtermos os resultados dos modos de oscilação e compararmos com os estudos atuais e o original de de FPUT, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demonstrar o comportamento visivelmente periódico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5306</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5306"/>
		<updated>2021-05-26T22:11:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O paradoxo Enrico Fermi, John R. Pasta, Stanislaw M. Ulam ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In 1966, Izrailev and Chirikov proposed that the system will thermalize, if a sufficient amount of initial energy is provided.[4] The idea here is that the non-linearity changes the dispersion relation, allowing resonant interactions to take place that will bleed energy from one mode to another. A review of such models can be found in Livi et al.[5] Yet, in 1970, Ford and Lunsford insist that mixing can be observed even with arbitrarily small initial energies.[6] There is a long and complex history of approaches to the problem, see Dauxois (2008) for a (partial) survey.[7]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In the summer of 1953 Enrico Fermi, John Pasta, Stanislaw Ulam, and Mary Tsingou conducted numerical experiments (i.e. computer simulations) of a vibrating string that included a non-linear term (quadratic in one test, cubic in another, and a piecewise linear approximation to a cubic in a third). They found that the behavior of the system was quite different from what intuition would have led them to expect. Fermi thought that after many iterations, the system would exhibit thermalization, an ergodic behavior in which the influence of the initial modes of vibration fade and the system becomes more or less random with all modes excited more or less equally. Instead, the system exhibited a very complicated quasi-periodic behavior. They published their results in a Los Alamos technical report in 1955. (Enrico Fermi died in 1954, and so this technical report was published after Fermi&#039;s death.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.scielo.br/j/rbef/a/SkRCy5fdnGbhfxNjpx5BkRD/?format=pdf&amp;amp;lang=pt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[TEM QUE ESCREVER AQUI]&#039;&#039;&#039; A Energia do sistema pode ser calculada para cada oscilação, porém para obtermos algum resultado e comparar com o estudo de fermi pasta ulam, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demontrar o comportamento visívelmente períodico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5236</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5236"/>
		<updated>2021-05-26T03:53:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In 1966, Izrailev and Chirikov proposed that the system will thermalize, if a sufficient amount of initial energy is provided.[4] The idea here is that the non-linearity changes the dispersion relation, allowing resonant interactions to take place that will bleed energy from one mode to another. A review of such models can be found in Livi et al.[5] Yet, in 1970, Ford and Lunsford insist that mixing can be observed even with arbitrarily small initial energies.[6] There is a long and complex history of approaches to the problem, see Dauxois (2008) for a (partial) survey.[7]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In the summer of 1953 Enrico Fermi, John Pasta, Stanislaw Ulam, and Mary Tsingou conducted numerical experiments (i.e. computer simulations) of a vibrating string that included a non-linear term (quadratic in one test, cubic in another, and a piecewise linear approximation to a cubic in a third). They found that the behavior of the system was quite different from what intuition would have led them to expect. Fermi thought that after many iterations, the system would exhibit thermalization, an ergodic behavior in which the influence of the initial modes of vibration fade and the system becomes more or less random with all modes excited more or less equally. Instead, the system exhibited a very complicated quasi-periodic behavior. They published their results in a Los Alamos technical report in 1955. (Enrico Fermi died in 1954, and so this technical report was published after Fermi&#039;s death.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[TEM QUE ESCREVER AQUI]&#039;&#039;&#039; A Energia do sistema pode ser calculada para cada oscilação, porém para obtermos algum resultado e comparar com o estudo de fermi pasta ulam, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demontrar o comportamento visívelmente períodico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA -----------------&amp;gt; VER COMO REDUZIR O GIF JÁ NO CÓDIGO!!!! ELE TA BEM RUIM ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Trab2.gif|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;TEM QUE MUDAR AS FIGURAS DE BAIXO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao3.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CASO PRECISE:&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
X(x = 0,y) = X{0} = ..... \\&lt;br /&gt;
Y(x = L,y) = Y(x,y = 0) = Y(x,y = L) = .....\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5235</id>
		<title>Arquivo:Trab2.gif</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Trab2.gif&amp;diff=5235"/>
		<updated>2021-05-26T03:51:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_vibracao3.png&amp;diff=5234</id>
		<title>Arquivo:Energias vibracao3.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_vibracao3.png&amp;diff=5234"/>
		<updated>2021-05-26T03:33:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5233</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5233"/>
		<updated>2021-05-26T03:32:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In 1966, Izrailev and Chirikov proposed that the system will thermalize, if a sufficient amount of initial energy is provided.[4] The idea here is that the non-linearity changes the dispersion relation, allowing resonant interactions to take place that will bleed energy from one mode to another. A review of such models can be found in Livi et al.[5] Yet, in 1970, Ford and Lunsford insist that mixing can be observed even with arbitrarily small initial energies.[6] There is a long and complex history of approaches to the problem, see Dauxois (2008) for a (partial) survey.[7]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[TEM QUE ESCREVER AQUI]&#039;&#039;&#039; A Energia do sistema pode ser calculada para cada oscilação, porém para obtermos algum resultado e comparar com o estudo de fermi pasta ulam, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demontrar o comportamento visívelmente períodico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOSSO GIF DEU MAIS DE 7 MEGA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Estado inicial das particulas.png|center|thumb|500px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias vibracao2.png|thumb|right|400px|legenda.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da iteração do movimento utilizando forcacom correção quadrática ###&lt;br /&gt;
### código em python&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def aceleracao(pos,alpha,k,massa):&lt;br /&gt;
    size = len(pos)&lt;br /&gt;
    acel = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(1,size-1):&lt;br /&gt;
        acel[i] = (k/massa) * ((pos[i+1] + pos[i-1] - 2*pos[i]) * ( 1.0 + alpha*(pos[i+1]-pos[i-1]) ) )&lt;br /&gt;
    return acel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def velocidade(velo, acel, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(velo)&lt;br /&gt;
    new_velo = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_velo[i] = velo[i] + 0.5*acel[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_velo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
def posicao(pos, velo, dt):&lt;br /&gt;
    size = len(posY)&lt;br /&gt;
    new_posY = [0.0 for i in range(size)]&lt;br /&gt;
    for i in range(size):&lt;br /&gt;
        new_posY[i] = posY[i] + new_veloY[i]*dt&lt;br /&gt;
    return new_posY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N = número de partículas&lt;br /&gt;
dt = 0.2&lt;br /&gt;
x = np.linspace(0, x_final, dt)&lt;br /&gt;
pos = np.sin( 2*x*pi / (N*dt))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
    plt.scatter(x,pos) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
    acel = aceleracao(pos_old,alpha,k,massa)&lt;br /&gt;
    velo = velocidade(veloY, new_aceY,dt)&lt;br /&gt;
    pos  = posicao(posY_old, veloY, dt)&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  pos_old = pos.copy()  #sem &amp;quot;.copy()&amp;quot; o python usa o mesmo endereço de memória para 2 variáveis&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
gera_gif()&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Falar um pouco mais da implementação?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_vibracao2.png&amp;diff=5232</id>
		<title>Arquivo:Energias vibracao2.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias_vibracao2.png&amp;diff=5232"/>
		<updated>2021-05-26T03:30:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Estado_inicial_das_particulas.png&amp;diff=5231</id>
		<title>Arquivo:Estado inicial das particulas.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Estado_inicial_das_particulas.png&amp;diff=5231"/>
		<updated>2021-05-26T03:29:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5229</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5229"/>
		<updated>2021-05-26T03:11:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;(wiki)&#039;&#039;&#039; In 1966, Izrailev and Chirikov proposed that the system will thermalize, if a sufficient amount of initial energy is provided.[4] The idea here is that the non-linearity changes the dispersion relation, allowing resonant interactions to take place that will bleed energy from one mode to another. A review of such models can be found in Livi et al.[5] Yet, in 1970, Ford and Lunsford insist that mixing can be observed even with arbitrarily small initial energies.[6] There is a long and complex history of approaches to the problem, see Dauxois (2008) for a (partial) survey.[7]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[TEM QUE ESCREVER AQUI]&#039;&#039;&#039; A Energia do sistema pode ser calculada para cada oscilação, porém para obtermos algum resultado e comparar com o estudo de fermi pasta ulam, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demontrar o comportamento visívelmente períodico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Energias.PNG|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discussões ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o intuito era replicar os resultados através da simulação com dinâmica molecular obtivemos resultados muito parecidos comparando estudos já realizados sobre este problema (&#039;&#039;&#039;Citar estes artigos&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias.PNG&amp;diff=5228</id>
		<title>Arquivo:Energias.PNG</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Energias.PNG&amp;diff=5228"/>
		<updated>2021-05-26T03:02:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5227</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-26T03:00:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Discretização */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrever a motivação ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;[TEM QUE ESCREVER AQUI]&#039;&#039;&#039; A Energia do sistema pode ser calculada para cada oscilação, porém para obtermos algum resultado e comparar com o estudo de fermi pasta ulam, calculamos a energia dos primeiros modos de vibração da corda para demontrar o comportamento visívelmente períodico destas energias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[arquivo:energias.png]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=5015</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-24T21:49:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de partículas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 - \beta k \Delta x^3 &amp;lt;/math&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde &amp;lt;math&amp;gt; \Delta x &amp;lt;/math&amp;gt; e a deformação a cada 2 massas acopladas (&amp;lt;math&amp;gt; x_{i+1} - x_i &amp;lt;/math&amp;gt;), &amp;lt;math&amp;gt; k &amp;lt;/math&amp;gt; é a constante elástica da mola, &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é um parâmetro de deformação arbitrário que controla a correção não linear quadrática e &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é o parâmetro que controla a correção cúbica. Importante ressaltar que se &amp;lt;math&amp;gt; \alpha &amp;lt;/math&amp;gt; é possuir assumir um valor não nulo, real, &amp;lt;math&amp;gt; \beta &amp;lt;/math&amp;gt; é igual a zero no nosso sistema, ou vice-versa. Não estamos analisando correções quadráticas somadas com correções cúbicas neste trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação: O que era esperado e o paradoxo XXX ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrever a motivação ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Discretização == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discretização deste problema gira em torno de abrir a equação das forças, e com o termo de aceleração, iterar o movimento das partículas a partir disso &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;. Partimos do problema com correção quadrática, ou seja, &amp;lt;math&amp;gt; \beta = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;. Partindo de:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; F = -k \Delta x - \alpha k \Delta x^2 &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
subtituímos pelas variáveis discretas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = -k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right)  - \alpha k \left( (x_{j+1} - x_j) - (x_j - x_{j-1}) \right) &amp;lt;/math&amp;gt;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; m \ddot{x_j} = k \left( x_{j+1} - 2x_{j} + x_{j-1} \right) \left[ 1 + \alpha \left( x_{j+1} - x_{j-1} \right) \right]  &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que &amp;lt;math&amp;gt; \ddot{x_j} &amp;lt;/math&amp;gt; é a aceleração da j-ésima partícula, com ela conseguimos integrar o movimento das partículas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Implementação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usamos XX partículas, com modo de oscilação YY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resultados ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4995</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4995"/>
		<updated>2021-05-24T21:05:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;  sobre sistemas dinâmicos não lineares. As análises serão sobre a solução dos modos de vibração comparados à solução analítica para poucas massas e também sobre a energia do sistema para os modos de oscilação, enquanto o sistema evolui no tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Problema proposto constitui-se de simulações em uma rede de part´ıculas ligadas entre si através de molas que obedecem a Lei de Hooke com uma correção não-linear quadrática ou cúbica &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Springs.png|thumb|437px|Figura 1. Problema de Fermi-Pasta-Ulam, molas acopladas.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei de forças que rege o comportamento deste sistema é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
drele &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; teste = teste &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Arquivo:Springs.png&amp;diff=4991</id>
		<title>Arquivo:Springs.png</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4721</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-23T21:38:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt; sobre sistemas dinâmicos não lineares, abordando como a energia do sistema se comporta de acordo com os modos de vibração de uma corda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
drele &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. acessos em  23  maio  2021.  Epub 10-Out-2016.  http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; teste = teste &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4679</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4679"/>
		<updated>2021-05-23T16:18:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é replicar os resultados do problema proposto por Fermi-Pasta-Ulam em 1953 &amp;lt;ref name= FPU&amp;gt; http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt; sobre sistemas dinâmicos não lineares, abordando como a energia do sistema se comporta de acordo com os modos de vibração de uma corda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Problema ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
drele &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. acessos em  23  maio  2021.  Epub 10-Out-2016.  http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
\end{cases}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam&amp;diff=4678</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam</title>
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		<updated>2021-05-23T16:12:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;  O objetivo deste trabalho é ...  == Referências ==  xesque &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E....&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
xesque &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. acessos em  23  maio  2021.  Epub 10-Out-2016.  http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &amp;lt;ref name=FPU&amp;gt;http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
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		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou&amp;diff=4677</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou</title>
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		<updated>2021-05-23T16:10:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
xesque &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. acessos em  23  maio  2021.  Epub 10-Out-2016.  http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &amp;lt;ref name=FPU&amp;gt;http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
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		<title>Trabalhos 2020/2</title>
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		<updated>2021-05-23T16:07:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: /* Problema de Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;===[[Modelo de  Keller-Segel para relação população-economia]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Equações de Laplace e Poisson]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Difusão ambipolar em plasmas]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[ Equação de Cahn-Hilliard ]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[ Modelo de Fitzhugh-Nagumo para o potencial de ação em neurônios ]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[ Belousov-Zhabotinsky ]]===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Modelo de Bornholdt para simulação de mercados financeiros artificiais]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Simulação de Micélio de Fungo]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===[[Problema de Fermi-Pasta-Ulam]] ===&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>http://fiscomp.if.ufrgs.br/index.php?title=Problema_de_Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou&amp;diff=4675</id>
		<title>Problema de Fermi-Pasta-Ulam-Tsingou</title>
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		<updated>2021-05-23T16:06:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Augustog: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Grupo: Augusto M Giani e Henrique Padovani&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo deste trabalho é ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
xesque &amp;lt;ref name=andrade&amp;gt;ANDRADE, D. X.; ANJOS, P. H. R.; ASSIS, P. E. G.. Sobre a conexão entre alguns modelos físicos não-lineares. Rev. Bras. Ensino Fís.,  São Paulo ,  v. 39, n. 1,  e1307,    2017 .   Disponível em &amp;lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1806-11172017000100407&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;. http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-rbef-2016-0083.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele &amp;lt;ref name=FPU&amp;gt;http://www.physics.utah.edu/~detar/phys6720/handouts/fpu/FermiCollectedPapers1965.pdf - Fermi, Pasta, Ulam, Studies of non linear problems&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dele doli &amp;lt;ref name=wiki&amp;gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Fermi%E2%80%93Pasta%E2%80%93Ulam%E2%80%93Tsingou_problem&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 1 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt; \nabla^2\Phi = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;.&amp;lt;/center&amp;gt; equações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TITULO 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== SUBTITULOS ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;negrito&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Simultaneous OverRelaxation&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;&lt;br /&gt;
\begin{cases}&lt;br /&gt;
\Phi(x = 0,y) = \Phi_{0} = 1 \\&lt;br /&gt;
\Phi(x = L,y) = \Phi(x,y = 0) = \Phi(x,y = L) = 0\\&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;ul&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Problema1-image.PNG|thumb|left|437px|Problema da borda carregada eletricamente.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Escorregador analitico.png|thumb|right|400px|Gráfico da solução analítica somando até o termo n=199.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ul&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;source lang=&amp;quot;haskell&amp;quot; line=&#039;line&#039;&amp;gt;&lt;br /&gt;
### Exemplo da evolução temporal no método de relaxação ###&lt;br /&gt;
### Exemplo para o algoritmo de jacobi, Equação de Laplace ###&lt;br /&gt;
# P é a matriz do potencial no tempo n&lt;br /&gt;
# Q é a matriz do potencial no tempo n+1&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
while t &amp;lt; tmax: # Loop temporal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  for i in range(1,L+1):  # Loop em x&lt;br /&gt;
    for j in range(1,L+1): # Loop em y&lt;br /&gt;
      Q[i][j] = (P[i+1][j] + P[i-1][j] + P[i][j+1] + P[i][j-1])/4 &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  P = Q.copy()&lt;br /&gt;
  t = t + td&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
plt.plot(x,y,P) # plotagem dos gráficos&lt;br /&gt;
&amp;lt;/source&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Escorregador jacobi.png|center|thumb|500px|Solução numérica do problema da borda carregada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;li style=&amp;quot;display: inline-block; vertical-align: top;&amp;quot;&amp;gt; [[Arquivo:Erro gauss 01.png|thumb|center|500px|Erro relativo médio para a solução de Gauss-Seidel para várias iterações.]] &amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
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== Link para Códigos ==&lt;br /&gt;
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Fizemos no ambiente Colab em &#039;&#039;.ipynb&#039;&#039;, segue link do github:[https://github.com/padovanih/equacao-de-laplace] &lt;br /&gt;
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== Referências == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Augustog</name></author>
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